O cabrito é um dos últimos animais?! Um achado. Lá há mais, fábulas (ou mitos?) do princípio e da destruição, a corda infinita ali, de mão beijada. Com proveito pessoal. Do (insistente) piscar da caveira, tornei à vala comum, remate de dias tormentosos. Dias de encapelamento, umas atrás das outras, caprichos sob a mesa e nas áreas de serviço, baterias assestadas à linha do horizonte, fogo amigo no pico fatídico. Gilded exile e itinerância desde aí, privando em privado, privando-me da simpatia e da gratificação imediata, manha – julgava eu – de gente que leva a fava à risca, cutting everyone dead . Muda-se enfim a figura à finíssima força da reabilitação da pessoa suína, notícia que traz de volta à voga a lettre de cachet . Não haverei mais de me agalanar à juiz de sinuca, todo o brio epigrafado nas luvas vestalinas, para agarrar com unhas e dentes as pérolas que me dão. Assim me não peçam para assegurar as despesas – da mercearia e da conversa – ou embarcar na captatio benevolentia...